quarta-feira, 14 de julho de 2010
Imunidade até ceder...
Todos portamos conosco um vasto conjunto de células denominadas por leucócitos, linfócitos T e neutrófilos são 2 exemplos restritos para classificar cientificamente inúmeras células que protegem a máquina humana.
Eu sou o Ricardo, logo sou humano, porém poderia ser Ricardo cuja designação teria sido dada pela ciência a mais um glóbulo branco... Não me vejam como um futuro médico, bem como um presente criador de comparações complexas ou ilógicas que na verdade procura establecer o paralelismo entre imunidade e... permitam-me a repetição do termo como expressão do conceito.
Já concluimos elementar e simplistamente que a imunidade é vaga, sintética e sumidamente um mecanismo de defesa desencadeado no sistema fisionómico humano ou... pelo humano. Todos procuramos resistir a uma doença, como? Regendo-nos pelos parâmetros de conformidade cientifico-medicinais, todavia pode-se desenvolver uma doença em nós involuntária!
Este é o conceito chave para descodificarem esta paradigmática textualização.
O médico, receita-nos medicamentos que me são indiferentes de serem mencionados...
Quem já conhece este criador cuja característica primordial reflecte um traço explícito de personalidade escrita descodificou que tudo se inicia com medidas de recomendação simples até ao mais complexo...
Mas não esqueçamos que para se descobrir o simples ultrapassou-se com muito sacrifício o complexo, isto é, reparem ------> parâmetros de conformidade está para conhecer alguém assim como desenvolver uma doença por exemplo, auto-imune (involuntária) está para a paixão.
Em suma, nem tudo é comandado, pois se a involuntariedade existe é porque surge como vontade exterior a nós cuja qual foi, é e permanecerá intocável pois residirá para sempre inimiga contraposta a uma vontade própria em que basta uma afirmação e automaticamente excluimos o que está na lista.
Ricardo Pinto
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Dilema de um poema
Julgo que estou em conformidade com os peritos na matéria, quando dizem que "a razão fala, porém o amor vence" , por outras palavras a cognição é sempre superada pelo afecto, pois o sentimento mediocriza a elucidação racional.
O amor é uma erupção vulcânica na fase explosiva, não esqueçamos que quanto maior é a chama, maior é o desejo, mas como todos sabemos num vulcão libertam-se cinzas! Cinzas? Se falo no auge da paixão? Careço dela com toda a certeza, porém amar pode resumir-se a um excelente estado de saúde social e mental e até físico, enquanto não choca, pois tudo tem um fim ou... todo o ser humano que corre cansa e mesmo que haja gosto tudo é finito... tudo evapora até condensar. Restam cinzas de uma erupção que outrora (afastava todos; excepto quem estava perante o facto que teve etapa encerrada) nos convergiu, gradualmente nos repeliu, todavia pior seria se nos repelisse num àpice, ou não? Se eu afirmasse categoricamente que o amor é tão belo quanto inexplicável ao ponto de tudo ter terminado como se nunca tivesse iniciado um capítulo e somente o título estivesse em aberto a criar expectativa para o inicio de um duradouro e estável romance?... "
Ricardo Pinto
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